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Coluna 11/08/2017

Na Record

MAIS UMA – A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a reforma política aprovou na madrugada de quinta-feira o “distritão” e um fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiamento de campanha. Para entrar em vigor a reforma precisa passar por votação na Câmara dos Deputados e Senado até o final de setembro, para ter validade para as eleições de 2018. Se passar, os partidos terão R$ 3,6 bilhões tirados do contribuinte para fazerem as campanhas dos seus candidatos. Um absurdo.

MAIS UMA (1) – O “distritão” prevê um sistema eleitoral para as eleições de 2018 e 2020, entrando os candidatos mais bem votados. Até então são eleitos no modelo de votos proporcionais conquistados pelos partidos. Quem vai se beneficiar? Claro que são os candidatos com mandato e os mais conhecidos. Sobre o financiamento público de campanha criou-se um nome pomposo de Fundo Especial de Financiamento da Democracia. Causa espécie tamanha desfaçatez, um escárnio contra o esfolado contribuinte.

MAIS UMA (2) – Ainda falta a votação em plenário, mas quando o interesse é próprio, dificilmente não é aprovado. O País quebrado, sem dinheiro para as questões básicas e uma proposta desse tipo mostra a que nível está o Congresso Nacional. Tudo podre. Só resta ao povo uma arma: o voto. Mas, tendo dinheiro para financiar campanha (se for aprovada a proposta), os votos vão cair nas urnas. As velhas raposas, em sua maioria, vão continuar lá, na maior cara de pau, fingindo que está preocupada com o Brasil. Vamos deixar?

RETORNOU – O prefeito Antídio Aleixo Lunelli reassumiu no final da tarde de ontem a Prefeitura de Jaraguá do Sul, depois de um período de 20 dias afastamento, sem remuneração. Esteve de férias na Espanha. O retorno precedeu a aberta da 11ª Feira do Livro, na Scar. Antídio aproveitou o evento para marcar o retorno à Chefia do Executivo. Na interinidade, o vice-prefeito Udo Wagner desincumbiu-se bem da missão constitucional que lhe cabe.

NA RECORD – A reportagem da TV Record na noite de domingo mostrando Jaraguá do Sul como a cidade mais pacífica do Brasil, dados de 2015, com base em indicadores de violência, pode ter dado certo ufanismo, mas não é bem assim. Houve exageros. Os comentários da maioria não foram positivos. Acham que pode abrir caminho para a “invasão” de meliantes e de pessoas a busca de empregos, como citado na matéria. Empregos que faltam para os nativos.

ENCONTRO – Ex-prefeitos e ex-vice-prefeitos de Schroeder, com suas mulheres, participam no sábado de confraternização, tendo como anfitrião Gregório Alois Tietz. A maioria confirmou. Essa situação política é difícil de acontecer nos demais municípios. É um fato singular que tem se repetido nos últimos anos. O primeiro prefeito eleito, Luti Tepassé, com mais de 90 anos, é sempre presente. É a referência para todos.

flavio@jdv.com.br


Flávio José

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