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Coluna 02/02/2018

Qual é a vida que quero viver?

Esta é a pergunta que muitas pessoas se fazem em determinados momentos da vida, principalmente quando vivem situações inesperadas que causam descontentamento com a própria realidade. Mas essa não seria uma pergunta chave que deveria ser feita já na fase da adolescência para poder nortear as fases futuras? Qual é a vida que quero viver? Já se perguntou?

Um simples questionamento pode levar a grandiosas reflexões e realizações. Feito na adolescência, abre um leque de oportunidades para forjar o próprio destino alicerçado no querer ser um ser cada vez melhor. Ou será que esse não é o anelo de todas as pessoas na humanidade. Naturalmente, os seres humanos querem sim ser melhores, querem se superar, querem ter vidas dignas, viver no bem e não no mal. Apesar deste nobre querer, por que existe tanta má vontade, tristeza, impaciência, intolerância e outros males no mundo?

Olhando o panorama que nos cerca, é fácil perceber que há também muita desorientação. O certo e o errado se confundem numa imensidão de conceitos e pensamentos vindos de tantas visões diferentes sobre a vida, o futuro, o destino e a finalidade da existência humana. A criança e o adolescente sofrem na fase adulta muitas dificuldades decorrentes da falta de uma orientação adequada para a formação de seu caráter e de conceitos afins com a nobreza humana.

Com a ciência logosófica tenho compreendido que, ao me perguntar “Qual é a vida que quero viver?” encontro muitas possibilidades para orientar-me e também adquirir conhecimentos que me permitem orientar as gerações futuras quanto a esse aspecto. Essas possibilidades estão pautadas numa conduta de bem, de evoluir conscientemente, de ser feliz internamente e levar o que tenho aprendido para outras pessoas como forma de gratidão. Na natureza, como tenho aprendido, todas as partículas colaboram entre si. Penso que esta é a grande lição que devemos aprender e realizar. Com compreensão e colaboração, trabalhando incansavelmente pelo bem comum.

Todos temos a capacidade individual de buscar conhecimentos para ampliar os horizontes de nossa vida. Unindo conhecimento, esforço, empenho e consagração, edificaremos nosso próprio arquétipo na realização da grande obra pessoal que é a vida. E agora, qual é a vida que você quer viver? Já pensou nisso hoje?

Catiani Berwanger Balbom Luiz - Estudante de Logosofia


Artigo do Leitor

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