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Notícia . Especiais 23/01/2018
Fotos Divulgação

Imóveis de Jaraguá do Sul são tombados pelo governo de SC

Seis imóveis históricos de Jaraguá do Sul compõem a relação com 57 imóveis que integram o chamado Roteiro Nacional da Imigração em Santa Catarina que foram oficialmente tombados como Patrimônio Cultural do Estado. Também estão na relação às cidades de Joinville, com 17; Indaial, 10; São Bento do Sul 8; Timbó, 6; Blumenau, 5 e Pomerode, 5.

De Jaraguá do Sul, constam na relação: Casa de Elga Tribess, localizada na Rua Manoel Francisco da Costa, no João Pessoa; a Casa de Cido Gilow, localizada na Rua Armando Rengel, s/n, no Rio Cerro Pequeno; a casa de Afonso Braun, localizada na Rua Eurico Duwe, s/n, no Rio da Luz; a Casa de Wigando Mayer, localizada na Rua Wolfgang Weege; a Casa de Adelino Jansen, localizada na Estrada Margem Direita, em Ribeirão Garibaldi; e o imóvel de Rolf Töeve, também instalado na Estrada Margem Direita, em Ribeirão Garibaldi.

Com esse tombamento, em processo desde 2007 e oficializado mediante homologação assinada pelo governador Raimundo Colombo e publicada no Diário Oficial do Estado na última semana, subiu para 12 o número de imóveis tombados pelo Estado no Município. Além dos 57 imóveis que compõem o roteiro, outros 350 imóveis possuem valor histórico e estão tombados em Santa Catarina. O Roteiro Nacional da Imigração tem por objetivo preservar e resgatar a história da migração no Brasil, que se consolidou a partir do século 19 e durou mais de um século, determinando fortemente as características econômicas e culturais dos municípios da região sul do país.

Outros seis imóveis já estavam tombados pelo Patrimônio Estadual

As edificações são na sua maioria casarios germânicos. Agora, a Fundação Catarinense de Cultura fará a inscrição das edificações no Livro do Tombo e vai notificar oficialmente os proprietários, as Prefeituras, o Ministério Público Estadual, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Santa Catarina (Iphan/SC) e os Cartórios – estes terão que fazer a averbação dos tombamentos nas escrituras originais.

O tombamento de bens materiais foi instituído por meio da Lei Estadual Nº 5.846, de 22 de dezembro de 1980, e que dispõe sobre a proteção do Patrimônio Cultural do Estado. “Trata-se de um trabalho contínuo em conhecer e diagnosticar a situação do patrimônio material já levantado pelo Estado, como também estabelecer medidas mais efetivas de preservação”, destaca o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.

Em Jaraguá do Sul, o primeiro bem histórico tombado pelo Patrimônio Cultural do Estado foi a estação ferroviária e o galpão de cargos, em 1998, onde estão instalados a Diretoria de Cultura/Museu da Paz e a Biblioteca. Em 2002 foram tombadas a Casa Rux (Rio da Luz), Casa Vitório Schiochet (Nereu Ramos), a casa de enxaimel do Breithaupt (defronte o Giassi), e na Malwee, os dois imóveis onde fica o RH da empresa e junto à fábrica.


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