Economia | 13/02/2026 | Atualizado em: 13/02/26 ás 16:31

Mercado imobiliário inicia 2026 com sinais de retomada e atenção redobrada à economia

Mercado imobiliário inicia 2026 com sinais de retomada e foco total na Selic. Entenda o que muda.

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Mercado imobiliário inicia 2026 com sinais de retomada e atenção redobrada à economia

Imóveis de alto padrão seguem como referência estratégica em um mercado mais racional e atento ao crédito em 2026.

Após um 2025 marcado por maior cautela e desaceleração, o mercado imobiliário brasileiro começa 2026 com um movimento que já chama a atenção de profissionais, investidores e compradores. Mesmo sendo um ano tradicionalmente cercado por incertezas, como eleições e eventos que costumam impactar o ritmo econômico, o setor apresenta sinais iniciais de retomada.

Grande parte desse novo cenário é reflexo direto do que foi vivido no ano anterior. Em 2025, a redução nas cotas de financiamento e o crédito mais restritivo dificultaram o acesso aos recursos, elevando parcelas e tornando os critérios mais rígidos. O resultado foi um número maior de decisões adiadas e uma desaceleração perceptível nas negociações.

Nicolas Poffo especialista em mercado imobiliário de alto padrão em ambiente residencial sofisticado
Nicolas Poffo avalia que 2026 começa com retomada gradual e decisões mais estratégicas, impulsionadas pela expectativa em torno da Selic e do crédito.

“O mercado começa 2026 mais consciente. O comprador está mais atento ao crédito e à taxa Selic, e isso muda completamente a dinâmica das negociações. Não é um momento de euforia, mas de estratégia e planejamento”, avalia Nicolas Poffo, especialista no mercado imobiliário de alto padrão.

O crédito volta ao centro das decisões

Em 2026, o foco do mercado imobiliário está claramente direcionado à taxa Selic. Compradores e investidores acompanham com mais atenção os movimentos da política monetária, entendendo que o custo do crédito influencia diretamente o comportamento do setor.

A expectativa de um cenário de juros em trajetória de queda cria um ambiente mais otimista em comparação ao ano anterior. Mesmo antes de alterações efetivas nas taxas, a perspectiva de melhora no acesso ao crédito já começa a destravar negociações e reativar conversas que haviam sido pausadas.

Para Nicolas Poffo, especialista no mercado imobiliário de alto padrão, esse movimento é natural em ciclos de reorganização. “Quando há sinalização de maior previsibilidade econômica, o mercado reage. O comprador volta a analisar oportunidades com mais segurança, principalmente em segmentos que exigem planejamento financeiro de médio e longo prazo”, destaca.

Um início de ano mais ativo do que o esperado

A expectativa inicial era de um começo mais lento para 2026, especialmente por se tratar de um ano eleitoral. No entanto, já nos primeiros meses é possível observar maior circulação de interessados, retomada de visitas e reabertura de negociações.

Esse movimento reflete a combinação entre demanda reprimida e um cenário que começa a oferecer sinais de maior previsibilidade. O mercado não vive um momento de euforia, mas sim de reorganização, com decisões sendo tomadas de forma mais racional e estratégica.

Como isso impacta sua vida?

O início de 2026 indica que o mercado imobiliário está mais atento à economia real e ao comportamento da taxa Selic. Para quem pretende comprar, investir ou vender um imóvel, o momento exige análise, planejamento e atenção ao crédito. A retomada existe, mas ela vem acompanhada de maior cautela e estratégia.

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Max Pires

Já criei blog, portal, startup… e agora voltei pro que mais gosto: contar histórias que fazem sentido pra quem vive aqui. Entre um café e um latido dos meus cachorros, tô sempre de olho no que importa pra nossa cidade.

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