Abatedouro de peixes garante controle sanitário na produção em Jaraguá do Sul
O abate de pescado realizado por produtores da região segue critérios sanitários que garantem a qualidade do peixe comercializado ao consumidor. A estrutura utilizada no processo é responsável por assegurar que o pescado passe por procedimentos adequados de manipulação, armazenamento e preparo antes de chegar ao mercado, fortalecendo a cadeia produtiva local.
Estrutura garante segurança no processamento
O abatedouro tem papel fundamental no processamento do pescado produzido pelos aquicultores da região. É nesse espaço que ocorre o abate e o preparo do peixe dentro de padrões que atendem às exigências sanitárias.
O objetivo é garantir que o alimento chegue ao consumidor final em condições adequadas de consumo, respeitando normas de higiene e controle durante todas as etapas do processo.
Além disso, o ambiente estruturado permite que os produtores tenham um local apropriado para realizar o processamento do pescado, algo essencial para a organização e profissionalização da atividade.
Controle sanitário fortalece a cadeia do pescado
O controle sanitário é considerado uma etapa essencial na cadeia produtiva do pescado. O cumprimento dessas exigências ajuda a assegurar a qualidade do produto comercializado e aumenta a confiança do consumidor.
Esses cuidados envolvem procedimentos específicos de manipulação, armazenamento e transporte do pescado, garantindo que o alimento mantenha suas características adequadas até chegar ao consumidor.
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Esse processo também contribui para a valorização da produção local e para a manutenção de padrões de qualidade na comercialização do peixe.
Produção cresce na Páscoa e vendas se ampliam
Durante a Páscoa, período tradicional de maior consumo de peixe, a produção costuma aumentar para atender à demanda.
A estimativa é que a produção mensal, que normalmente gira em torno de 4 mil quilos, possa dobrar ou até triplicar neste período, chegando entre 8 mil e 9 mil quilos, podendo alcançar quase 10 mil quilos.
Neste ano, uma das novidades será a utilização do “Caminhão do Pescado”, um veículo frigorífico que ajudará a ampliar a comercialização do peixe. Segundo o presidente da Associação Jaraguaense de Aquicultores (AJA), Henriques Anjo, o caminhão deve ser utilizado em pontos de grande circulação, como em frente a empresas e supermercados, complementando as vendas durante a Páscoa.
Como isso impacta sua vida?
A existência de uma estrutura adequada para o abate de pescado garante que o peixe comercializado na região passe por controle sanitário antes de chegar ao consumidor. Para quem compra o produto, isso significa mais segurança alimentar e maior confiança na procedência do pescado, especialmente em períodos de maior consumo como a Páscoa.
Marcio Martins
Profissional da comunicação desde 1992, com experiência nos principais meios de Santa Catarina e no poder público. Observador, contador e protagonista de histórias, conheço Jaraguá do Sul como a palma da mão