Últimas colunas de Sônia Pillon

Tempos de intolerância

Vivemos numa época em que o diálogo parece ter pouco espaço. As redes sociais, cada vez mais polarizadas, se transformaram em trincheiras e ringues virtuais. O preconceito e a intolerância falam mais alto do que o bom senso.

Por Sônia Pillon

Heróis de verdade e de mentira

Muitas vezes, líderes de atuação controversa e figuras históricas duvidosas são equivocadamente colocados no patamar de "grandes homens", recebem estátuas, nomes de cidades, de ruas...

Por Sônia Pillon

Somos perspicazes?

Você, leitor, se considera uma pessoa perspicaz? É comum enxergar o óbvio. Em muitos momentos, conseguimos captar nas entrelinhas. A experiência também costuma ensinar, mas já se perguntou o que a vida está pedindo a você nesse momento?

Por Sônia Pillon

O brasão da família

Imagine uma festa natalina. Visualize aquela linda árvore colorida e iluminada com pisca-piscas, ao som do Jingle Bell, com todos sorrindo, se abraçando, se beijando, trocando presentes... Que imagem linda, não é mesmo? Que felicidade!

Por Sônia Pillon

A Despedida do Velho Guerreiro

Gostaríamos que o tempo fosse mais elástico, queremos prolongar os dias de convivência, mas não somos consultados sobre a partida. Não nos dão esse direito. E não importa se quem amamos tem idade avançada, porque o sentimento de perda é o mesmo.

Por Sônia Pillon

Onde está o rei?

Preocupado em se manter no trono e absolutamente inebriado pelo poder, Lealas se sente ameaçado pelas severas críticas ao seu reinado. O povo exige respostas do soberano, soluções urgentes, mas ele sumiu do castelo. Alguém o viu por aí?

Por Sônia Pillon

O canto do tuiuiu

No trajeto de caminhar vagaroso que fiz do pátio da pousada até ali, ouvindo meus passos a cada estalar da madeira trabalhada, tive uma rara visão. Era o tuiuiu! Como não reconhecer as penas pretas e reluzentes do corpo, contrastando com a cabeça de vermelho tão vivo?

Por Sônia Pillon

A queda do império

A legião romana ia seguindo em frente, puxada pelo centurião, que procurava manter a cabeça erguida para transmitir um resquício de segurança aos comandados. Uma segurança que nem mesmo ele sentia.

Por Sônia Pillon

As garças da lagoa

Ao chegar ao deck, viu que a lagoa estava coberta de vegetação alta, contornando o espaço. E mesmo com o  vento soprando, os raios solares garantiam o calor.

Por Sônia Pillon

O castelo

O calabouço era escuro e úmido. Uma pequena réstia de luz atravessava as grades da minúscula janela, lá no alto. Durante a madrugada, a janela também dava acesso aos morcegos, que faziam voos rasantes e ruídos de arrepiar o mais corajoso dos cavaleiros.

Por Sônia Pillon

O sarcófago do faraó

Por um momento, o arqueólogo fechou os olhos e ficou imaginando a sociedade egípcia em 1346 a.C, com o poder absoluto do faraó, seus sacerdotes, chefes militares, escribas, comerciantes, agricultores, pastores...

Por Sônia Pillon

O bobo da corte

Vestindo roupagem multicolorida, o espalhafatoso chapéu de guizos e carregando um saco nas costas, o bobo da corte finalmente chegou ao castelo de Jaga, no distante reino do Brail. Chegou chegando, como sempre fez, sorrindo e saltitando...

Por Sônia Pillon
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