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Coluna: Hildebrandt nega acordos

Mário Hildebrandt, prefeito de Blumenau (Podemos), negou que o partido esteja negociando a chapa majoritária para 2022 visando o governo do Estado.

24/11/2021

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Nascido em Blumenau, 70 anos, 55 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul)

Coluna: Hildebrandt nega acordos

Divulgação

Mário Hildebrandt, prefeito de Blumenau (Podemos), negou que o partido esteja negociando a chapa majoritária para 2022 visando o governo do Estado. “É algo que, infelizmente, tem sido dito. Estamos absolutamente abertos ao diálogo com os pré-candidatos (com o prefeito Antídio Lunelli (MDB, inclusive) ouvindo todos e apresentando ideias”.

Internamente, essas conversas, mais que frequentes, têm criado grande desconforto. Isso porque em julho passado o Podemos lançou a pré-candidatura do prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício de Oliveira.

Telhados de vidro

Dos atuais 81 senadores, 28 respondem a processos na Justiça por crimes de corrupção, peculato, calúnia, formação de quadrilha e, até, por violência doméstica. Não por acaso, quando presidia o Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), engavetou 34 pedidos de impeachment de ministros do STF.

Do total, 17 contra Alexandre de Moraes, que chegou lá pelas mãos do ex-presidente Michel Temer (MDB), além de Dias Toffolli e Gilmar Mendes, que já se aposentou, entre outros.

Tudo engavetado

O próprio Alcolumbre é alvo de duas investigações no Supremo e outros processos no Superior Tribunal Eleitoral, estes já devidamente engavetados. O STE, em sistema de rodízio, é presidido pelos mesmos ministros do STF.

Agora, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, (União Brasil), pré-candidato a presidente em 2022, já disse que retaliação não é motivo de pedidos de impeachment de ministros do STF. Uma mão lava a outra, diz ditado popular. Neste caso, nada mais verdadeiro.

­Nos gabinetes

Projeto de resolução da Mesa Diretora assinado por sete dos nove vereadores da Câmara de Pomerode estabelece jornada mínima alternada de quatro horas semanais (para os vereadores) no recinto do Legislativo.

“Atualmente, se o munícipe procura o vereador na Câmara, não há a garantia de que irá encontrá-lo e nem uma informação de quando seria possível conversar com ele”, explicam. De fato, o sumiço de alguns (e não é só lá) é notório no pós-eleição.

Com uma sessão plenária por semana, o salário em Pomerode é de R$ 6.142,44.

Transporte integrado

Mário Sérgio Peixer, quando prefeito de Guaramirim, apresentou projeto para implantar um sistema integrado de transporte de passageiros. A antiga estação ferroviária, que há décadas serve como estação rodoviária, abrigaria o terminal central do sistema.

A mesma proposta foi formulada em Jaraguá do Sul por Moacir Bertoldi e ressuscitada no governo de Cecília Konell. Nos dois casos, com passagem única (valor), como na vizinha Blumenau. Mas, até hoje nada saiu do papel. E sequer há expectativa neste sentido.

PL confirma Mello

Senador Jorginho Mello foi oficializado pelo PL como candidato a governador em 2022.   É o primeiro partido a definir o cabeça de chapa. Mas o PL ainda não apontou o nome do (a) vice para compor a chapa majoritária, que não será pura.

Desafeto do governador Carlos Moisés (sem partido), o senador trabalhou e muito, com a vice Daniela Reinher, agora filiada ao PL, pela cassação de Moisés nos dois casos de impeachment abertos pela Assembleia Legislativa.

‘Briga’ é grande

Pelo andar da carruagem, o governador e o candidato do MDB devem ser, de fato, os grandes adversários de Mello nas urnas. Resta saber se o presidente Jair Bolsonaro, que suspendeu sua filiação ao PL, vai respaldar unicamente a candidatura do senador (e amigo pessoal) se pré-candidatos de outros partidos, que já receberam o presidente com muita festa em SC, decidirem entrar na disputa.

 

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