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Coluna: Tudo é possível! ( Moisés e Antídio?)

Nada de estapafúrdio nisso visto históricos e inimagináveis conchavos de outras eleições.

21/11/2021

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Nascido em Blumenau, 70 anos, 55 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul)

Coluna: Tudo é possível! ( Moisés e Antídio?)

Divulgação

A presença de Carlos Moisés (sem partido) no gabinete do prefeito Antídio Lunelli (MDB) na quarta-feira (17), para conversa ao pé de ouvido, sugere de pronto uma chapa majoritária. Com Moisés à reeleição e Lunelli de vice.

Nada de estapafúrdio nisso visto históricos e inimagináveis conchavos de outras eleições. Esperidião Amin (PP) venceu as eleições para governador em 1998 apoiado até pelo PT. O MDB, rachado, trava uma batalha interna desgastante, com xingamentos até, para indicar o candidato a governador.

Recíproca verdadeira

A bancada de nove deputados na Assembleia Legislativa vota com Moisés. Um expressivo número de prefeitos do MDB e de outros partidos já declararam publicamente apoio à reeleição do governador que os tem tratado como iguais.

Reeleito Moisés, o MDB segue ocupando cargos vistos como politicamente importantes no governo do Estado. Como o faz desde 2002 com a primeira eleição de Luiz Henrique da Silveira (MDB).

Moisés e o Podemos

Antes, na terça-feira (16), Moisés recebeu três prefeitos do Podemos- Mário Hildebrandt (Blumenau), Eduardo Freccia (Palhoça) e Emerson Maas (Mafra). Além de Carlos Martins, presidente da sigla, e o deputado Nazareno Martins (Palhoça).

O Podemos, que “ama” Moisés e o quer para possível composição com o MDB, já tinha lançou o prefeito de Balneário Camboriú, Fabricio Oliveira, como pré-candidato. E que classificou a reunião como um “equívoco”. Mas nada que impeça o comando do Podemos de mudar de ideia.

Lunelli e Hildebrandt

A rede SCC/SBT exibe no sábado da semana que vem (dia 27), uma entrevista com o prefeito Antidio Lunelli (MDB) feita pelo jornalista Claudio Prisco Paraiso, que comanda o programa Ponto e Contraponto.

Não por coincidência, com a participação, lado a lado, do prefeito de Blumenau, Mario Hildebrandt (Podemos). Conversas sobre gestão pública, economia, pandemia, política e, evidentemente, eleições. O programa vai ao ar às 19h20.

As máscaras

Na visita que fez a Jaraguá do Sul e Guaramirim, na quarta-feira (17) o governador Carlos Moisés (sem partido) disse que o Estado vai liberar o uso de máscaras em ambientes abertos, mas só depois que o governo federal revogar decreto que obriga o uso delas.

Ora, desde o início da pandemia governadores fizeram o que bem entenderam usando de suas prerrogativas constitucionais. E agora precisam de autorização?

Que barbaridade!

A compra de 600 telefones celulares da TIM para deputados e seus assessores, ao preço de R$ 4.839.068,40, divididos entre os 40 gabinetes, motivou o deputado Sargento Lima (PL) a denunciar a transação feita com a anuência do presidente da Assembleia Legislativa, Mauro de Nadal (MDB).

Seriam R$ 121 mil por gabinete. Diante da repercussão negativa, em nota a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa disse que novo contrato foi assinado: agora, para compra de 105 aparelhos por R$ 369.121.44.

Consta que o PT quer a volta da ex-ministra Ideli Salvati ao cenário político catarinense. Disputando vaga à Câmara do Deputados ou ao Senado. A última vez que concorreu a cargo eletivo foi em 2018.

Fez 336.449 mil votos para senadora. Antes, em 2010, com o empresário jaraguaense Guido Bretzke de vice, disputou o governo do Estado. A chapa, terceira mais votada, fez 754.223 mil votos. Do total, 23.330 mil votos em Jaraguá do Sul.

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