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Dive considera como transmissão comunitária varíola dos macacos em Santa Catarina

Segundo a Dive, até o momento foram notificados 32 casos da varíola dos macacos no Estado

28/07/2022

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Jornalista apaixonada por cultura e segurança pública

Dive considera como transmissão comunitária varíola dos macacos em Santa Catarina

Divulgação/Secom

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira (28), o superintendente da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) Eduardo Macário, considerou a transmissão da varíola dos macacos como comunitária, quando é mais possível identificar a origem da infeção.

“Nós estamos orientando todos os serviços de saúde para que haja reforço na identificação precoce dos casos e na orientação da importância do isolamento da pessoa infectada para evitar a transmissão para outras pessoas, em especial aquelas dos grupos mais vulneráveis como crianças, gestantes e imunodeprimidos”, afirma Macário.

Segundo a Dive, até o momento foram notificados 32 casos da varíola dos macacos no Estado. Deste, dez foram descartados, 16 permanecem em investigação e seis casos foram confirmados, sendo um caso importado que, embora tenha sido notificado por Santa Catarina, é residente de São Paulo e cinco pessoas moram no Estado.

“Os casos têm se concentrado em adultos jovens, na faixa dos 20 a 39 anos. Quando a gente pensa em sintomas, a maior parte apresenta lesões cutâneas, mas também apresentam dor de garganta, fraqueza, dor de cabeça, febre, dores no corpo”, aponta o diretor da Dive, João Fuck.

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