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O PROS com Moisés

À executiva nacional do PROS, Esmeraldino prometeu convencer Moisés a ir para o partido

22/12/2020

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Nascido em Blumenau, 70 anos, 55 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul)

O PROS com Moisés

O PROS com Moisés

O “quase” senador pelo PSL, Lucas Esmeraldino, que perdeu a vaga para o senador Jorginho Mello por diferença de 18 mil votos, e atual secretário executivo de Articulação Nacional do governador Carlos Moisés (PSL), foi de mala e cuia para o Partido Republicano da Ordem Social. Assumindo a presidência da sigla em Santa Catarina. Uma espécie de “golpe” contra a executiva anterior que não sabia de nada. Do jeitinho que ocorreu na direção estadual do PSL. À executiva nacional do PROS, Esmeraldino prometeu convencer Moisés a ir para o partido. Resumindo, com ou sem Moisés em seus quadros e que, politicamente, não acrescenta nada, o partido vai se atrelar ao governo do Estado.

Tudo certo

Mauro de Nadal (MDB/presidente), Nilso Berlanda (PL/vice-presidente), Ricardo Alba (PSL/1º secretário), 2º secretário (a vaga é do PP), Padre Pedro Baldissera (PT/3º secretário) e Laércio Schuster (PSB/4º secretário). Essa é a composição da nova mesa diretora da Assembleia Legislativa para 2021 em comum acordo entre os partidos que dividem as cadeiras. Em 2022 assume a presidência o deputado Moacir Sopelsa (MDB), com Mauricio Eskudlark (PL) de vice.

Sem futuro

Ninguém queira estar na pele do governador Carlos Moisés (PSL). De um lado, pressão para se liberar tudo e quase já estamos lá. De outro, Ministério Público, Procuradoria Geral do Estado, Judiciário e outras instituições em defesa do “fecha tudo”. Politicamente, Moisés não tem futuro. Definitivamente, se apoiar alguma candidatura em 2022, morrem abraçados na praia.

Pois é

Deputado federal Pedro Uczai, representando o PT, é signatário de documento que junta 11 partidos para eleger o sucessor de Rodrigo Maia (DEM) na presidência da Câmara. Como a Constituição veda a reeleição de Maia, além do PT e DEM, PDT, PSB, MDB, Cidadania, Rede, PV, PCdoB, PSDB e PSL também assinam. São, ao todo, 269 deputados.

Eleição garantida

O grupo de 11 partidos ainda não definiu o candidato, mas tem votos suficientes para derrotar o deputado Arthur Lira (PP/AL), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Para tanto, são precisos 257 votos dos 513 possíveis. Evidentemente, se não pode se reeleger Maia terá função de destaque na nova Mesa Diretoria. Pode, até mesmo, ocupar a vice-presidência. 

Contra preconceitos

A Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, projeto do deputado Fernando Krelling (MDB), que veda o uso de recursos públicos para contratação de artistas que, em suas músicas, coreografias e danças desvalorizem, incentivem a violência ou exponham as mulheres à situação de constrangimento. Ou com manifestações de homofobia ou discriminação racial. Emenda substitutiva mudou alguns termos. Assim, “mulheres” dá lugar a “qualquer pessoa”, e “homofobia” e “discriminação racial” por “desrespeito em razão de preconceitos, seja de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação”.

Pois é

Projeto dos deputados Coronel Mocellin (PSL) e Jerry Comper (MDB) aprovado na Assembleia Legislativa permite que as empresas de transporte de passageiros usem veículos com mais de 15 anos de fabricação. Desde que tenham a comprovação das condições de segurança exigidas pela legislação. Desobrigando de comprovação da quantidade mínima de veículos disponíveis e a idade máxima da frota para registros ou renovação do documento. Traduzindo, é a volta do popular “pau velho”. Perguntar não ofende: isso dispensa, também, a fiscalização?

Pois sim

Até pouco tempo, as “sobras” orçamentárias da Assembleia Legislativa, em parte viravam bonificações natalinas para funcionários da Casa. Agora, como os interesses (políticos) são outros, por conta da pandemia e de olho nas eleições majoritárias de 2022, a AL devolve “R$ 113 milhões aos cofres do Estado. Que é de onde vem o dinheiro que sustenta tudo- dos salários dos deputados aos serviços terceirizados. “Estamos em uma relação harmônica e salutar que veio para ficar”, disse o presidente Júlio Garcia (PSD).  E quem quiser que acredite.

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