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Reunião é realizada pela SDE para discutir alteração da legislação sobre GNV

Estima-se que há cerca de 50 mil veículos com sistema de GNV instalado de forma clandestina em Santa Catarina

17/01/2022

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Reunião é realizada pela SDE para discutir alteração da legislação sobre GNV

Rafael Rossetti/SCGÁS

Após a alteração da lei que dispõe sobre o Selo do Gás Natural Veicular (GNV) em Santa Catarina, a secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) se reuniu na última quinta-feira (13), para discutir ações futuras para regulamentar o que foi proposto na legislação. A reunião contou com a presença do secretário Luciano Buligon, do secretário-adjunto, Jairo Luiz Sartoretto, de diretores da SDE e de presidente, diretores e membros da Associação Catarinense de Organismos de Inspeção (ACOI).

A partir da lei 18.324, os postos de combustíveis só vão poder liberar o equipamento para abastecer os veículos após a confirmação de identificação eletrônica e validação da autenticidade do selo de GNV. Estima-se que há cerca de 50 mil veículos com sistema de GNV instalado de forma clandestina em Santa Catarina, causando problemas de segurança, arrecadação e até mesmo ao meio ambiente. Os consumidores e postos terão um prazo para adequação à nova legislação.

Na reunião desta quinta-feira, a Associação Catarinense de Organismos de Inspeção (ACOI), que reúne empresas de inspeções de segurança veicular, apresentou a importância do serviço correto para atestar a qualidade do funcionamento do Gás Natural Veicular no automóvel, sem que coloque a vida das pessoas e a integridade do carro em risco.

Para o secretário da SDE, Luciano Buligon, a política de incentivo ao Gás Natural Veicular em SC ganhou um grande reforço com aprovação desta lei pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e com a sanção do governador. “A alteração na lei traz mais segurança para todos os catarinenses, tanto para os usuários do GNV como para os postos de combustíveis que abastecem esses veículos. Santa Catarina é o primeiro estado do Brasil que usa essa nova tecnologia incentivando esse que será o combustível da transição energética”.

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