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Saúde chama atenção sobre vigilância e tratamento da hanseníase
Saúde chama atenção sobre vigilância e tratamento da hanseníase. O domingo (26), marca o Dia Nacional de Combate e Prevenção
Odair Leal /Secom
Saúde chama atenção sobre vigilância e tratamento da hanseníase – O domingo (26), marca o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. A data reforça a importância de ações voltadas ao diagnóstico precoce e à luta contra o estigma relacionado à doença. Desde 2016, o Ministério da Saúde oficializou o Janeiro Roxo como o mês dedicado à conscientização sobre a hanseníase, ampliando o debate e promovendo a sensibilização da população.
Em Jaraguá do Sul, o Programa de Controle da Hanseníase é conduzido pelo Serviço de Assistência Especializada (SAE), que conta com uma equipe multidisciplinar composta por médico dermatologista, enfermeira, técnica de enfermagem, farmacêutica, assistente social e psicóloga.

Nos últimos cinco anos, o Município registrou 13 casos de hanseníase em pacientes com idades entre 15 e 79 anos, o que ressalta a importância da vigilância e do tratamento contínuos para o controle da doença.
Conteúdos em alta
Ela pode atingir indivíduos de todas as idades, embora sua transmissão exija contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada e sem tratamento, resultando em um baixo índice de adoecimento na população.
A hanseníase afeta principalmente a pele, mucosas e nervos periféricos, podendo causar lesões neurais
e danos irreversíveis quando o diagnóstico é tardio ou o tratamento inadequado.
Transmissão e prevenção
A transmissão ocorre quando uma pessoa infectada e sem tratamento elimina o bacilo pelas vias aéreas superiores (tosse ou espirro). O período de incubação varia de dois a sete anos.
O diagnóstico precoce e o tratamento imediato são fundamentais para prevenir a progressão da doença e suas complicações. Além disso, é essencial investigar contatos próximos para interromper a cadeia de transmissão.
O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece gratuitamente o tratamento, composto por uma combinação de três antibióticos,
que tem duração de 6 a 12 meses, dependendo da forma clínica.
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