Novo álbum do Dazaranha é um abraço sonoro no coração de Santa Catarina
Depois de mais de três décadas de estrada, o Dazaranha lança seu novo álbum, “Entre Cantos”. Mas não espere um disco qualquer. Espere um mapa afetivo, um banho de mar em forma de som, um cafuné em quem cresceu ouvindo “Salão de Festa a Vapor”.
Lá vem o Daza, de novo
Com lançamento marcado para 29 de maio, o novo trabalho está em todas as plataformas digitais. São 11 faixas inéditas que misturam rock, reggae, regionalismos e memórias. Cada canção parece ter saído de um lugar entre o pé na areia e o ouvido atento ao vento. Poesia sonora? Pode chamar assim.
A construção do álbum começou em abril de 2024, com composições de Moriel Costa, Chico Martins e JC Basañez. Foi um processo lento e amoroso. Do tipo que deixa a ideia respirar até virar música. E, às vezes, isso significa passar horas ouvindo baixo e bateria até achar o balanço certo.
— Esse é um trabalho que pede bom senso, amor e, muitas vezes, bom humor — diz Moriel. — A nossa liga não desliga. Ela esquenta.

Pontes sonoras, afetos e Atlântida
Entre Cantos também é sobre construção coletiva. Cada faixa carrega paisagens, cheiros e sons da região Sul. Tem música que muda de pele quatro vezes na mesma faixa, tem arranjos que foram moldados no ouvido e no coração.
A reta final da produção foi no Ørbita Studio, com o produtor Carlos Trilha. Já é o quarto trabalho dele com a banda, e a parceria está longe de esfriar. O resultado? Uma sonoridade que é ao mesmo tempo raiz e reinvenção.
Conteúdos em alta
E pra quem quer ver ao vivo, o Dazaranha está confirmado no Atlântida Celebration, no dia 9 de agosto, na Grande Floripa.
Como isso impacta sua vida?
Se você é de Santa Catarina (ou apenas ama essa terra), “Entre Cantos” é mais do que um álbum. É um espelho emocional de quem somos, um lembrete de que a arte ainda tem o poder de tocar, conectar e curar. Não importa onde você esteja: dê o play e volte pra casa, mesmo que em pensamento.
Max Pires
Já criei blog, portal, startup… e agora voltei pro que mais gosto: contar histórias que fazem sentido pra quem vive aqui. Entre um café e um latido dos meus cachorros, tô sempre de olho no que importa pra nossa cidade.