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Massaranduba - Mulheres agricultoras se preparam para a Feira de Economia Solidária

Foto: Divulgação

Flávio José Brugnago

Flávio José Brugnago é Editor chefe do JDV e na bagagem carrega mais de 40 anos de profissão. 

Como resultado prático do projeto "Gestão Ambiental para Mulheres Agricultoras como Ferramenta para a Sustentabilidade", começa no dia 1º de novembro a Feira de Economia Solidária. A iniciativa nasceu a partir da contribuição do projeto de extensão da Univali "Educação para Transformação: Meio, Ambiente, Saúde e Gênero", que desde o ano passado realiza oficinas direcionadas às mulheres agricultoras de Massaranduba. Várias oficinas foram realizadas com as mulheres integrantes da iniciativa, que adquiriram conhecimentos sobre agroecologia, métodos de agricultura sustentável, produção de alimentos saudáveis, de melhor qualidade e sem uso de insumos químicos.

Em julho foi realizada uma oficina sobre economia solidária com as mulheres agricultoras do município, ministrada por Paulo Dalfovo Neto, membro do Fórum Brasileiro de Economia Solidária. Ele estará novamente em Massaranduba, no dia 28 de outubro, às 14h, no Museu Municipal, para trabalhar sobre economia solidária, principalmente relacionado à organização da Feira. A informação é da agrônoma Lilian Fernanda Sfendrych Gonçalves, da Secretaria de Meio Ambiente e Planejamento, que coordena o projeto em nível local. A iniciativa tem a parceria, também, da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Turismo, Secretaria de Agricultura e da Secretaria de Assistência Social.

Feira acontecerá nas sextas-feiras e sábados defronte ao Museu

De acordo com a agrônoma Lilian Gonçalves, a economia solidária considera o desenvolvimento econômico e tecnológico como um dos meios de promoção do desenvolvimento humano e social em todas as suas dimensões, buscando a ampliação das capacidades e das liberdades humanas. A Feira de Economia Solidária tem abertura marcada para o dia 1º de novembro, sexta-feira, e durante o mês vai funcionar nas sextas-feiras das 13h30 às 18h e aos sábados, das 8h30 às 12h, em frente ao Museu Municipal.

Participarão somente as mulheres integrantes do projeto, que venderão pães, cucas, compotas, frutas, verduras e outros da sua produção. Depois da feira de novembro será feita uma avaliação entre as participantes. Em 2020, possivelmente outros poderão se integrar, mas terão de participar de oficinas na Unidade Demonstrativa de Transição Agroecológica, que integra o projeto Desenvolvimento Rural Sustentável.

Notas

PLANO DIRETOR - A Prefeitura de Guaramirim, por meio da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano realizou ontem (6), a penúltima audiência pública de apresentação do Plano Diretor. O próximo (e último) acontece no dia 13 de novembro, na Câmara de Vereadores. Com ela, fecha as cinco audiências previamente programadas, onde os participantes se envolvem e discutem sobre este instrumento norteador da política de desenvolvimento municipal.

Vereador quer áreas de alagamentos mapeadas - O vereador Celestino Klinkoski mostrou preocupação com os alagamentos causados pelas chuvas do último final de semana em Jaraguá do Sul. Segundo ele, o volume de precipitação chegou a 55 mm no domingo à tarde e vários pontos da cidade sofreram com a água. Ele citou como exemplo um local no bairro Rio da Luz onde os moradores ficaram isolados por conta da enchente. O parlamentar lembra que já pediu à Prefeitura que restaure a tubulação da localidade e que troque por tubos novos, porém não foi atendido.

Klinkoski sugeriu que o município faça um trabalho de identificação dos locais de maior risco de alagamento. A partir desse mapeamento, a Secretaria de Obras poderá realizar a limpeza das tubulações e as obras de drenagem para evitar novos transtornos. O vereador também pede que a população ligue na Ouvidoria da Prefeitura (0800 642 0156) para que se possa fazer o mapeamento. Ele alerta que essa foi a primeira grande chuva que ocorreu neste semestre e que há muitas outras por vir com o verão que está por vir.

Estado vai duplicar trecho da SC-108 na região de Joinville - A ordem de serviço para início da obra de restauração e duplicação da SC-108, em Joinville foi assinada na terça-feira (5) pelo secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Carlos Hassler. A iniciativa faz parte do programa Novos Rumos, um pacote de intervenções estratégicas do Governo do Estado para melhorar a infraestrutura catarinense.

O trecho, de pouco mais de 5 quilômetros, liga a BR-102 ao Distrito Industrial de Joinville onde estão localizadas mais de 200 empresas. O processo licitatório começou em 2017, mas só foi finalizado em 2018, aguardando desde então a ordem de serviço.

Atualmente sem qualquer manutenção, é por este trecho da rodovia que escoa boa parte da produção industrial do município. As obras se estenderão do entroncamento da BR-101 até a Rua Tenente Antônio João, passando pelas Ruas Hans Dieter Schmidt e Edgar Nelson Meister, e o acesso à Rua Dona Francisca.

 

Tubulação maior para escoamento - O vereador Arlindo Rincos (PSD) criticou a Administração Municipal em continuar implantando tubos de 40 centímetros em vias estruturais do município. Ele mostrou imagens que moradores fizeram no último final de semana mostrando alagamentos em vários pontos de Jaraguá do Sul. Segundo ele, as ruas foram alagadas com menos de meia hora de chuva intensa. Rincos lembrou que ele foi autor de um projeto de lei que proibia o município de implantar tubos com menos de 80cm nas vias estruturais da cidade, porém o projeto não foi aprovado porque esta é uma matéria em que apenas o Executivo pode deliberar. Ele pediu que a Prefeitura envie um projeto nos mesmos moldes para a Câmara, lembrando que o custo não sofre grandes variações pela bitola dos tubos.

Juraszek informa compra de saibreira - O vereador Eugênio Juraszek anunciou que o projeto de lei que vai permitir à Prefeitura comprar uma saibreira no Garibaldi na Câmara, o que vai possibilitar a retirada do material para a macadamização das ruas, principalmente nas áreas rurais. A ideia, segundo disse, é que o projeto seja votado ainda na sessão de quinta-feira (7). Juraszek observou que a luta para a aquisição é de oito anos, pelo menos. Outra observação refere-se à análise prévia do solo nas ruas que recebem pavimentação, o que dá segurança de que a deterioração não ocorra como até então.

 

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