Trânsito

Bessa vem na Aciag para atualizar sobre a BR-280

Quem trafega pela BR-280, no Norte do Estado, espera há anos pela entrega das obras de duplicação da rodovia. O problema é que a falta de dinheiro está tornando o que já é lento, ainda mais demorado. O porto de São Francisco do Sul e demais cidades da região estão sentindo o problema de mobilidade e que põe em cheque o futuro da região.

21/06/2019

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Bessa vem na Aciag para atualizar sobre a BR-280

Quem trafega pela BR-280, no Norte do Estado, espera há anos pela entrega das obras de duplicação da rodovia. O problema é que a falta de dinheiro está tornando o que já é lento, ainda mais demorado. O porto de São Francisco do Sul e demais cidades da região estão sentindo o problema de mobilidade e que põe em cheque o futuro da região.

Em 2003 o projeto para duplicar a rodovia teve início, mas até agora a promessa está longe de se tornar realidade. Com uma extensão de 74 quilômetros, a duplicação da rodovia está dividida em três lotes. O primeiro começa em São Francisco do Sul e vai até a BR-101.

No lote 2.1, que vai da BR-101 até Guaramirim, a duplicação está um pouco mais avançada. Em alguns trechos a terraplenagem já está pronta para receber a camada asfáltica. Porém, o que se tem dinheiro não é suficiente para terminar.

Estruturas pré-moldadas dos viadutos estão largadas nos canteiros de obras. Situação parecida com o que acontece no lote 2.2 que vai de Guaramirim até Jaraguá do Sul. É o último trecho da duplicação e com custo mais elevado.

Para falar sobre a situação, a Associação Empresarial de Guaramirim (Aciag) traz na segunda-feira (24), em sua plenária semanal, às 18h30min, o superintendente Norte do Dnit, engenheiro Antônio Carlos Bessa.

O objetivo é atualizar as informações acerca das obras de duplicação e também sobre o que está previsto para ser investido este ano. A última informação era de que o total de recursos disponibilizados no orçamento da União para a execução dos trechos, este ano, eram exatamente R$ 89.106.012,00.

Além disso, a previsão de um aporte de mais R$ 10 milhões de emenda de bancada parlamentar, porém, não impositiva, ou seja, o governo não é obrigado a cumpri-la. Bessa deve dar mais informações sobre as obras.

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