Coluna: Carlos Moisés lidera
| Divulgação

Coluna: Carlos Moisés lidera

Celso Machado

/ Por Celso Machado

A pesquisa é do Instituto Paraná Pesquisas, devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral

Carlos Moisés (Republicanos) com 25,4% dos votos, seguido de Jorginho Mello (PL), com 15,5%, Esperidião Amin (Progressistas), com 12,1%, Gean Loureiro (União Brasil), com 10,6%, Dário Berger (PSB) e Décio Luma (PT), empatados com 5,3%, Antídio Lunelli (MDB), com 4,9%, e Odair Tramontin (Novo), com 1,5%. A pesquisa é do Instituto Paraná Pesquisas, devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral e foi feita entre os dias 9 e 13 de junho em entrevistas pessoais com 1.540 eleitores maiores de 16 aos em 62 municípios.

Preferência por Bolsonaro

A mesma pesquisa, publicada na terça-feira (14) mostra que Santa Catarina continua sendo o estado bolsonarista. Na modalidade de pesquisa espontânea, quando o eleitor cita o nome do candidato no qual pretende votar, Bolsonaro tem 31,2%, contra 18,3% de Lula. Outros 1,2% vão para Ciro Gomes e 0,7% para Simone Tebet. Na estimulada, quando o pesquisador apresenta nomes, a distância quase se mantém: Bolsonaro, 45,1%; Lula, 29,0% e Ciro Gomes com 6,2%. Nos dois casos, trata-se de indicativos que podem mudar até 2 de outubro.

Eleições

*Alexandre Saraiva, delegado da Polícia Federal, acusou o senador Jorginho Mello (PL), candidato a governador, de receber dinheiro de madeireiros para defender grupos que exploram ilegalmente o comércio de madeira. Mello disse que processará o delegado por falta de provas. Saraiva disse que tem um “caminhão” de provas.

*Outra pedra no sapato de Jorginho Mello: a bancada do PL na Assembleia Legislativa avisou que não vai apoiar a candidatura de Jorge Seif Jr., empresário da pesca de Itajaí, ao Senado. Um nome imposto pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e aceito por Mello. Rompendo acordo com o PTB para a candidatura do deputado Kennedy Nunes.

*Sistema integrado do transporte público de passageiros entre municípios da Grande Florianópolis deu mais um passo e deve sair do papel até outubro de 2024. Em gestão coletiva do Estado e municípios. Antes, vai passar por audiências públicas e aprovação das câmaras de vereadores. Aqui no Vale, onde o monopólio segue vigente, nem se fala mais no assunto.

*João Pizzolatti Neto, filho do ex-deputado estadual João Pizzolatti Júnior (cinco mandatos), deve disputar vaga na Câmara dos Deputados pelo PP. Em 2012, foi candidato a vice-prefeito de Blumenau na chapa (derrotada em primeiro turno) da ex-deputada Ana Paula Lima (PT). À época, nas placas de propaganda da candidata o nome de João Neto foi omitido.

*Em 2014, João Neto ensaiou candidatura a federal no lugar do pai, então barrado pela Lei da Ficha Limpa depois de indiciado na Operação Lava Jato. Mas acabou desistindo. Tempos depois, Pizzolatti pai foi preso por dirigir embriagado e provocar grave acidente de trânsito. Com suspensão definitiva da carteira de motorista.

*Sobre conversas do PSDB com Carlos Moisés (Republicanos) e Esperidião Amin (PP), o deputado Vicente Caropreso opina que a prioridade do PSDB deve ser focada na eleição proporcional. Para aumentar suas bancadas na Assembleia e Câmara do Deputados. O PSDB tem só dois estaduais: ele e próprio e Marcos Vieira. E uma deputada federal (Geovânia de Sá).

Marcha para Jesus

Presidente Jair Bolsonaro (PL) volta a Santa Catarina dia 2 de julho. Em Balneário Camboriú onde participa da tradicional Marcha Para Jesus. Convite feito (e aceito) pelo candidato a senador, Jorge Sei Jr. (PL) e pelo prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira. Bolsonaro e Seif de olho no voto dos evangélicos. E Oliveira na receita com impostos gerados no comércio.

MDB e o Senado

Tudo vai ser decidido na convenção de 5 de agosto. Mas, por enquanto, os nomes do MDB para o Senado, na vaga assegurada pelo governador Carlos Moisés (Republicanos) são o deputado federal Rogério Peninha Mendonça e o ex-deputado federal Edinho Bez. Mendonça é do Alto Vale do Itajaí e Bez do Sul catarinense. Todo o resto é mera especulação.

Outros tempos

Em 1986, o MDB elegeu dois senadores: Nelson Wedekin e Dirceu Carneiro. Em 1994, Casildo Maldaner. Em 2002, na eleição de Luiz Henrique da Silveira a governador, o MDB foi decisivo para o tucano Leonel Pavan chegar ao Senado. Em 2006, na reeleição de LHS, Raimundo Colombo, então no DEM, se elegeu senador graças ao MDB. Em 2010 o MDB garantiu a eleição de LHS para o Senado e, de quebra, do tucano Paulo Bauer. Em 2014 foi a vez de Dario Berger.

AnúncioSAMAE
Clique para ler mais notícias como esta
Adicione o JDV como fonte preferida no Google Participe de nossa comunidade no WhatsApp

Últimas 10 notícias publicadas

Especial JDV

22 de outubro de 2026

Primeiro conto de ficção maçônica brasileira se passa em sociedade futurista

A história dos Templários e os símbolos da Maçonaria ganham uma nova abordagem em Exílio Templário: Conto de Ficção Maçônica, lançamento do escritor e Mestre Maçom grau 31 Wildon Lopes. A obra reúne pesquisa histórica, ensaios, poesias, microcontos e ficção científica para discutir questões relacionadas à fraternidade, liberdade, justiça e desenvolvimento humano. Em uma das […]

Cotidiano

Carregando clima…

Especial JDV

Especial JDV

22 de outubro de 2026

Segundo Turno: votamos movidos por quais sentimentos?

Por Deborah Dubner* Vivemos mais uma vez um momento eleitoral marcado por polarizações. Cada extremo puxa a corda para o seu lado, na esperança de vencer. O problema é a corda romper diante de nós, comprometendo, nesse processo, relacionamentos, vínculos e projetos. Todos perdem. Estamos diante do segundo turno das eleições presidenciais. No primeiro turno […]

Cotidiano