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Coluna: Política & Políticos – Décio Lima e Jorginho

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07/10/2022

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Números do primeiro turno

Agora apoiado também pelo Republicanos, PSDB, MDB e PP, Jorginho Mello (PL) parte para o segundo turno contra Décio Lima (PT) que vai às urnas com o mesmo arco de alianças de partidos de esquerda do primeiro turno. Agora com tempos iguais de 5 minutos na TV e no rádio para a propaganda eleitoral, Mello deve ressaltar ainda mais a figura do presidente Jair Bolsonaro. Décio, por sua vez, discursará sobre suas experiências com a coisa pública, com ênfase para os dois mandatos consecutivos como prefeito de Blumenau, entre 1997 e 2004.

 

Mello em vantagem

Mello venceu em 263 dos 295 municípios de SC, com 1,5 milhão de votos contra 700 mil de Lima. Em dois dos três principais colégios eleitorais, onde pode ocorrer segundo turno em eleições locais, o candidato do PT levou vantagem em Florianópolis: levou 75.061 mil votos contra 68.874 mil de Mello. Lula da Silva esteve com Lima na Capital em setembro. Em Joinville, onde Jair Bolsonaro (PL) esteve em 1º de outubro, Jorginho Mello faturou 151.072 mil votos. Mais que o triplo de Lima, com 45.358 votos.

 

Derrota em Blumenau

A grande interrogação ficou por conta de Blumenau, a base eleitoral do candidato do PT a governador, que já lhe deu um mandato de vereador, dois mandatos de prefeito e três de deputado federal. Na terra da Oktoberfest, Lima fez 33.075 mil votos e Lula da Silva 47.482 mil votos. Jorginho Mello, com 85.689 mil votos, fez mais que o dobro da votação de ambos somadas. Em outra comparação, os 139.214 mil votos de Blumenau para Bolsonaro representam quase três vezes mais que a votação de Lula.

 

ELEIÇÕES

*Deputado Milton Hobbus, presidente do PSD, diz que o partido segue apoiando a reeleição de Jair Bolsonaro. Porém, em Santa Catarina o PSD não sobe no palanque de Jorginho Mello (PL). Mesmo porque apoiou Gean Loureiro (União Brasil). Hobbus acha que isso uma demonstração de oportunismo.

*Mas o dirigente do PSD adiantou que as lideranças do partido estão livres para tomar decisões pessoais. Repetindo o discurso quando o PSD entrou no governo de Carlos Moisés (Republicanos). O prefeito de Chapecó, Jair Rodrigues (PSD), coordenador da campanha de Loureiro no Oeste, já se bandeou.  Lá, Loureiro ficou em terceiro.

*O PP vai de Jorginho Mello no segundo turno.  Exceto o senador Esperidião Amin, por motivos óbvios. Durante o primeiro turno, aflorou uma velha rixa entre os dois, chegando ao ponto de bate-bocas acalorados e ofensivos. Aliás, a performance de Amin foi péssima. Ficou em quinto (398 mil votos) e só à frente dos que não tinham nenhuma chance.

*Do senador Esperidião Amin (PP): “Como não tenho o hábito da omissão, reitero que, no segundo turno, estaremos de novo, o meu partido e Santa Catarina, com Jair Bolsonaro que, durante os seus 28 anos de mandato como deputado federal, foi nosso hóspede durante cerca de 20 anos, já que eu nunca mudei de partido e o conheço desde 1991”.

* Moacir Sopelsa (MDB), presidente da Assembleia Legislativa, mandou arquivar pedido de impeachment (o terceiro desde que tomou posse) do govenador Carlos Moisés (Republicanos).  Apresentado pelo advogado Leandro Ribeiro Maciel, alegando uso indevido (por Moisés) de um avião usado para transporte médico, em uma viagem de férias até o município de Bonito (MS).

*Avante, DC, Patriota, PRTB, PCO, PSB, PSTU, PSC, Pros e

Solidariedade, com candidatos a deputado estadual e federal, não elegeram ninguém. Repetindo eleições anteriores. Porém, todos com direito a “beliscar” verba dos fundos Eleitoral e Partidário para gastar nas campanhas.

 

O Oeste com nove

As regiões do Oeste, Extremo Oeste e Vale de Itajaí elegeram o maior número de deputados estaduais. Cada uma dessas macrorregiões terá nove parlamentares. O Sul vem em seguida, com oito deputados. A Grande Florianópolis elegeu sete, enquanto o Norte terá cinco deputados, dois deles de Jaraguá do Sul- Vicente Caropreso (PSDB), para um terceiro mandato, e o estreante Antídio Lunelli (MDB). O Planalto Serrano ficou com três representantes. O critério utilizado para a definição da base eleitoral leva em conta informações prestadas pelo deputado e o domicílio eleitoral do candidato.

 

Bancada feminina encolhe

Da bancada de seis representantes que encerram o mandato este ano, a representação feminina na Assembleia Legislativa foi reduzida pela metade, embora encabecem a lista dos 40 eleitos.  A mais votada (vai para um segundo mandato) foi Ana Campagnolo (PL) com 196.571 mil votos. A segunda foi Luciane Maria Carminatti (PT), com 92.478 mil votos.  O menos votado foi Matheus Cadorim (Novo) com 12.390 votos, abaixo dos 14.685 mil votos de Ivan Naatz em 2018 concorrendo pelo PV. Naatz, agora no PL, foi reeleito com 45.304 mil votos.

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