Siga o JDV - Notícias de Jaraguá do Sul e região no Google
E veja as notícias de Jaraguá do Sul e região com destaque nas suas buscas.
Escola Julius Karsten marca com atividades o Setembro Azul
Esse mês é marcado por diversos eventos que são voltados para a conscientização sobre a acessibilidade e a comemoração das conquistas obtidas ao longo dos anos
Setembro é um mês especial para a Comunidade Surda Brasileira. Esse mês é marcado por diversos eventos que são voltados para a conscientização sobre a acessibilidade e a comemoração das conquistas obtidas ao longo dos anos. É comum, nesse período, acontecer vários espetáculos culturais acessíveis sobre a surdez, mobilizações sociais, homenagens e seminários sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), como em Jaraguá do Sul.
Há também um reforço da luta por mais escolas bilíngues, nas quais alunos surdos e ouvintes possam aprender, se desenvolver e crescer juntos, onde a inclusão esteja presente em todos os momentos e vivências. Por conta disso, setembro é considerado o mês dos surdos e é conhecido pela comunidade como Setembro Azul.
A Escola Julius Karsten, do Bairro Rau, realizou no dia 24, terça-feira, a cerimônia oficial de abertura das atividades em comemoração ao Setembro Azul, na qual estiveram presentes autoridades da educação, profissionais que atuam nesta área, Comunidade Surda, representantes da Associação de Surdos de Jaraguá do Sul, alunos e comunidade em geral, com palestras e apresentações culturais na Língua Brasileira de Sinais. A informação é da professora do AE, Franciéle Martins de Araújo Calduro.
Polo no atendimento aos alunos surdos
Segundo a diretora da Escola Julius Karsten, Margarete Menestrina Luzzani, o estabelecimento possui um polo de Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Auditiva, onde a professora Franciéle Martins de Abreu Calduro e o instrutor de Libras, Marcelo de Oliveira Freitas, atendem os alunos surdos das escolas estaduais de Jaraguá do Sul. “O trabalho que eles desenvolvem é muito importante pois tem como objetivo complementar e/ ou suplementar a formação do aluno, o ensino da língua de sinais como primeira língua e o ensino de língua portuguesa como segunda língua dentro de uma proposta bilíngue, visando a autonomia dos alunos na escola e fora dela”, registra. “A Escola ainda não possui acessibilidade adequada para atender esta clientela, mas temos projetos para buscar melhorias tanto física quanto pedagógica”, completa.