Bem-Estar | 29/10/2019 | Atualizado em: 31/08/21 ás 20:26

Estudantes e profissionais aprendem técnicas de reanimação

A parada cardiorrespiratória vem acompanhada da perda de consciência, da respiração e da função cardíaca. "Quanto mais rápida e precisa for a reanimação cardiorrespiratória, maior é a chance de o paciente sobreviver"

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Estudantes e profissionais aprendem técnicas de reanimação

A Faculdade Anhanguera Jaraguá do Sul e o Hospital São José trouxeram para a cidade uma capacitação inédita e avançada sobre Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Exame Eletrocardiograma (ECG). Nos dias 25 e 26 de outubro, a enfermeira e doutora Maria do Carmo Lisboa, que atua e leciona em Curitiba, conduziu a formação voltada para estudantes e profissionais da saúde sobre técnicas cruciais para reanimar vítimas de parada cardiorrespiratória.

Segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, a cada minuto sem o socorro devido após uma parada cardiorrespiratória, a chance de uma vítima se recuperar diminui em 7 a 10%. “A morte cerebral geralmente acontece após 4 e 6 minutos. As tentativas de ressuscitação são raramente bem-sucedidas depois de 10 minutos da ocorrência.

Por isso é tão importante capacitar os futuros e atuais profissionais sobre as atualizações das diretrizes da American Heart Association [Associação Americana de Cardiologia] e seguir o protocolo internacional”, afirma o coordenador do curso de Enfermagem da Anhanguera, Mateus Prado Costa. A parada cardiorrespiratória vem acompanhada da perda de consciência, da respiração e da função cardíaca. “Quanto mais rápida e precisa for a reanimação cardiorrespiratória, maior é a chance de o paciente sobreviver”, explica Mateus.

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