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História de aluna com deficiência é finalista do 17º Prêmio Guga Kuerten
O Prêmio IGK tem como objetivo valorizar pessoas e instituições que desenvolvem projetos sociais voltados para a educação de crianças, adolescentes e pessoas com deficiência em Santa Catarina
O projeto “Heloisa quer ser uma cantora”, que foi transformado em livro, desenvolvido pela professora Agatha Winter Rodrigues em 2018, quando era professora auxiliar na Escola Professor Emílio da Silva, é um dos 14 finalistas do 17º Prêmio IGK – a Grande Jogada Social, do Instituto Guga Kuerten.
Os vencedores serão conhecidos na noite desta terça-feira (20), durante cerimônia no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, com a presença da professora e representantes da Secretaria de Educação de Schroeder. O fato de o projeto ter sido indicado entre os melhores para o Prêmio, já é considerado uma vitória.
O Prêmio IGK tem como objetivo valorizar pessoas e instituições que desenvolvem projetos sociais voltados para a educação de crianças, adolescentes e pessoas com deficiência em Santa Catarina. O período de inscrição terminou no dia 30 de julho.
Nessa edição do Prêmio, o Instituto Guga Kuerten distribuirá R$ 26 mil. O projeto trabalhado pela professora Agatha Winter Rodrigues, em 2018, envolve a aluna da Escola Emílio da Silva, Heloísa Vitória Küster, que escreveu uma historinha revelando seu sonho de ser cantora.
A menina apresenta atraso no desenvolvimento neuropsicomotor por prematuridade e tem dificuldades em manter-se em diversas posturas e baixa visão. A história de Heloísa transformou-se em livro ilustrado pelo professor de artes e artista plástico Tarsis Flôr, lançado em 2018.