Santa Catarina

Mais de 40 cirurgias são canceladas em SC

Devido aos bloqueios de rodovias após o resultado das eleições no domingo, dia 30, até esta quarta-feira, dia 2, 47 cirurgias eletivas foram canceladas em S

03/11/2022

Do início dos bloqueios nas estradas estaduais e federais no domingo, dia 30, até esta quarta-feira, dia 2, 47 cirurgias eletivas foram canceladas em Santa Catarina. O balanço foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).  Após atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar (PM) a maioria dos bloqueios já foram liberados nesta quinta-feira, dia 3.

De acordo com a Secretaria, as cirugis eletivas foram canceladas por problemas de deslocamento tanto dos profissionais da saúde, quanto dos pacientes. As unidades hospitalares que apresentaram dificuldades são das regiões de Lages, de Criciúma e da Foz do Rio Itajaí. No Sul catarinense, o Hospital São Marcos de Nova Veneza teve que cancelar oito cirurgias eletivas.

As cirurgias eletivas são procedimentos pré-agendados, ou seja, não urgentes, mas que por vezes, os pacientes estão em longa espera. São realizadas em hospitais de referência em que há a necessidade de deslocamento entre cidades. Além disso, 258 consultas não foram realizadas no período nos hopsitais próprios da SES. Está sendo realizada uma depuração para verificar em quais casos houve dificuldades em razão do deslocamento.

Todos os procedimentos estão sendo remarcados pelas unidades hospitalares.

 

Confira a relação:

Hospital Nossa Senhora das Graças, em Bom Retiro – 10 cirurgias eletivas suspensas
Hospital São Marcos, em Nova Veneza 8 cirurgias eletivas suspensas
Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú – 10 cirurgias suspensas
Hospital Municipal Santo Antônio, em Itapema – 6 cirurgias suspensas
Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí – 5 cirurgias suspensas
Hospital Nossa Senhora da Penha, em Penha – 8 cirurgias suspensas

 

Operação especial e liberação nas barreiras

A Secretaria ressaltou no balanço que o diálogo realizado entre o Grupo de Ações Coordenadas (GRAC) e os manifestantes permitiu que os veículos da SES, com identificação, passassem pela barreiras.

O maior impacto das manifestações que contestam o resulta da eleição foi no deslocamentos de profissionais de saúde e pacientes.

 

Conteúdo original publicado por Portal Litoral Sul

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