Política

Segundo edital para modelo de concessão pública recebe propostas

A ideia é evitar o excesso de veículos ao Morro Boa Vista

25/04/2019

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Segundo edital para modelo de concessão pública recebe propostas

Lançado no dia 26 de março, o edital para participação no Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para propostas de um modelo de concessão pública do Morro Boa Vista e entorno, para fins de exploração turística, segue aberto até o dia 15 de abril. Para tratar deste assunto, o Consórcio Intermunicipal de Gestão Pública do Vale do Itapocu (Cigamvali), que representa as Prefeituras de Jaraguá do Sul, Guaramirim e Massaranduba, que fazem limites com o maciço do Boa Vista, formado pelos três picos, realizou na sede da Amvali, na quinta-feira (4), a segunda audiência pública para tratar do assunto. Como no primeiro edital as manifestações resultaram desertas (sem propostas), foi lançado o segundo edital, com prazo até o dia 15, próxima segunda-feira. Caso haja um ou mais interessados inscritos, estes deverão apresentar o projeto e entregar até o dia 22 de julho. Em seguida, ele ficará em consulta pública por um mês para contribuições e observações e, ao final, haverá uma nova audiência para a finalização do projeto.

Foi o que informou o diretor executivo do Cigamvali, Fenísio Pires Júnior, que conduziu a audiência pública. A ideia é evitar o excesso de veículos ao Morro Boa Vista e criar fórmulas para que a exploração turística seja feita de forma racional ao longo do trecho, desde a base até a Chiesetta Alpina e às antenas. Isto traz riscos para os moradores e aos próprios visitantes, assim como no impacto ambiental. Considerando que haja interessado e que a proposta seja apresentada, será definido o modelo de concessão pública para exploração turística do Morro Vista, como a instalação de restaurante, hotel ou outro equipamento. ?A nossa preocupação é com a capacidade da via. É preciso haver controle do tráfego de veículos, incluindo de ciclistas?, observou Fenísio. O executivo do Consórcio explicou que caso o PMI resulte deserto novamente, a própria Amvali vai sugerir um projeto. Fenísio observa que já existe o levantamento de todos os terrenos e respectivos proprietários e que a iniciativa visa, também, organizar as antenas, onde dezenas de empresas estão dependuradas, muitas sem contribuir em nada pela instalação.

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