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O dramaturgo que foi para o espaço

“Ser ou não ser? Eis a questão!”, questiona Hamlet, o príncipe da Dinamarca, na tragédia criada pelo poeta, dramaturgo e ator inglês William Shakespeare.

13/11/2023

Por

Sônia Pillon é jornalista e escritora, formada em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduada em Produção de Texto e Gramática pela Univille. Integra a AJEB Santa Catarina. Fundadora da ALBSC Jaraguá do Sul.

Quem em pleno século 21 já não ouviu (e repetiu) essa pergunta ao vivenciar um dilema? Tem também a afirmação do mesmo Hamlet, que na peça teatral que leva o mesmo nome fala em alto e bom som: “Há algo de podre no reino da Dinamarca!”. Sempre que um governante desagrada esse, ou aquele, essa frase é lembrada, independente do partido político em questão. E como não lembrar de “Romeu e Julieta”?, encenado em inúmeras versões e releituras até hoje?

Nenhum outro dramaturgo do Ocidente retratou de forma tão profunda a alma humana, suas ambições, dramas e paixões quanto o “Bardo de Avon”! E é justamente por ser atemporal que a obra de Shakespeare perdura desde o século 16. Não por acaso, as peças escritas por ele são as mais encenadas e traduzidas para as principais línguas modernas. No teatro, cinema, TV, ou na literatura, sempre haverá público para prestigiar a sua genialidade.

E é justamente para marcar os 400 anos do primeiro fólio (primeira publicação), que reuniu comédias, histórias e tragédias do autor, que neste 8 de novembro o cineasta britânico Jack Jewers enviou ao espaço um retrato de Shakespeare com um discurso de uma de suas obras mais conhecidas.

Shakespeare

Vale destacar que mil cópias do folio, publicado como “Comédias, Histórias e Tragédias do Sr. William Shakespeare”, foram reunidas e impressas sete anos após sua morte por admiradores da obra shekespeariana. Foram mais de 900 páginas que incluíram 36 peças.

Nascido em abril de 1564 em Shatford-Upon-Avon, no Reino Unido, e falecido em 23 de abril de 1616, aos 52 anos, com certeza o legado de William Shakespeare jamais será esquecido. E tem como não lembrar aquele que ainda hoje segue inspirando gerações das artes cênicas?

Agora basta saber se Shakespeare será visto, lido e admirado, lá no espaço, como acontece aqui na Terra… Fica a pergunta no ar: Será que os ufólogos têm essa resposta?…

 

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