TJSC concede prisão domiciliar a Felipe Voigt, mas nega a Sésar Tassi
Ele foi preso no dia 24 de abril
A operação Mensageiro desencadeada pelo Gaeco e que apura suspeita de fraudes em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina, alcançou quatro prefeitos do Vale do Itapocu: Schroeder, Guaramirim, Massaranduba e Corupá.
A defesa do prefeito de Schroeder, Felipe Voigt, conseguiu transformar em prisão domiciliar, pedido aceito pela 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) na quinta-feira, 1º de junho. Ele foi preso no dia 24 de abril, na quarta fase da Operação Mensageiro, suspeito, como os demais gestores municipais encarcerados, de envolvimento em esquema de corrupção na prestação de serviços de coleta de lixo para favorecer a empresa Serrana, atualmente Versa Engenharia.
A prisão domiciliar obtida por Voigt, segundo a sua defesa, é por problemas de saúde que tem enfrentado há anos e que requer cuidados especiais. Anteriormente, a defesa de Felipe Voigt teve negado pedido de habeas corpus pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que respondesse em liberdade devido à sua saúde abalada.
NEGADO A TASSI – Também no dia 1º de junho, a 5ª Câmara Criminal do TJSC negou a prisão domiciliar solicitada pelo advogado de defesa do prefeito de Massaranduba, Armindo Sésar Tassi. Ele também se encontra preso em Blumenau, desde 24 de abril.
A sua defesa vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo informações divulgadas pelos principais portais de notícia do Estado.
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Cris Badu
Editora, analista SEO e responsável pelo conteúdo que escreve. Atenta aos conteúdos mais pesquisados do país.