Melhor do que países do G7: números de Santa Catarina impressionam
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Melhor do que países do G7: números de Santa Catarina impressionam

Thomas Madrigano

/ Por Thomas Madrigano

Santa Catarina alcançou no segundo trimestre de 2025 um resultado que chama a atenção dentro e fora do Brasil. O estado registrou taxa de desemprego de apenas 2,2%, índice considerado pleno emprego e que coloca a economia catarinense em posição de destaque até mesmo frente a nações desenvolvidas.

Comparação internacional favorável a SC

De acordo com os dados do IBGE e informações da OCDE, Santa Catarina apresenta taxa de desemprego menor do que a média de todos os países da União Europeia, da Zona do Euro e também dos integrantes do G7. Se fosse uma nação independente, o estado teria o menor índice de desocupação entre todos os países membros da OCDE.

Na prática, a taxa catarinense superou números de países como Japão (2,5%), Coreia do Sul (2,7%), Alemanha (3,6%) e Estados Unidos (4,2%).

“A nossa gente trabalha, é empreendedora, é criativa e o governo incentiva. Essa marca histórica de menor taxa de desemprego do Brasil e também a menor entre os países mais ricos do mundo tem que ser comemorada. Ninguém segura Santa Catarina”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Foto: TungArt7/Pixabay

O menor desemprego em mais de uma década

Com os 2,2% registrados, Santa Catarina atingiu o menor índice de desemprego dos últimos 13 anos. O resultado também é expressivo quando comparado à média nacional: menos da metade da taxa brasileira, que ficou em 5,8% no mesmo período.

Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, os programas estaduais tiveram papel central.

“A melhor política social é o emprego. O emprego dignifica o trabalhador e sua família, gera renda e ajuda a transformar vidas. O Governo de Santa Catarina, sob liderança do governador Jorginho Mello, colocou a geração de empregos como prioridade. Somente os programas de benefícios fiscais com o Prodec e o Pró-Emprego já garantiram 80 mil novas vagas desde 2023 e contribuíram muito para este resultado. Isso é trabalho com entregas para o povo catarinense”, destacou.

Indicadores de desalento e oferta de vagas

Outro ponto que reforça o bom desempenho é a taxa de desalento. Apenas 0,3% da população catarinense encontra-se nessa condição, enquanto a média nacional é de 2,5%. O desalento corresponde a pessoas que poderiam trabalhar, mas deixaram de procurar emprego nos últimos 30 dias.

Além disso, somente no Sistema Nacional de Emprego (Sine) há mais de 9 mil oportunidades abertas no estado.

“Nunca tivemos um cenário tão positivo no emprego em Santa Catarina”, disse o secretário de Estado do Planejamento, Fabrício Oliveira.

Ele destacou ainda: “Reduzimos o desemprego em 40,5% em relação ao mesmo trimestre de 2022. Estamos garantindo mais renda, mais oportunidades e mais dignidade para as famílias em nosso estado e podemos comprovar isso por meio de dados e evidências oficiais”.

Regiões com taxas ainda mais baixas

O recorte regional mostra que, em algumas partes do estado, a situação é ainda mais favorável. O Oeste catarinense apresentou taxa de desemprego de apenas 1,2%, enquanto o Litoral Sul e a Serra Catarinense ficaram em 1,5%.

Já o Vale do Itajaí acompanhou de perto a média estadual, com 2,3% de desocupação. A Região Metropolitana, por sua vez, registrou crescimento de 13% na população ocupada em relação ao ano anterior.

Esses números demonstram a recuperação e a expansão do mercado de trabalho em Santa Catarina, consolidando o estado como referência nacional em geração de emprego.

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