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Coluna: A cerejeira dos mil anos
Resiliência. Ser resiliente é ter a rara habilidade de driblar o estresse do dia a dia marcando o gol da vitória da vida. É dar a volta por cima, se manter confiante. Resgatando forças do âmago do ser. Mantendo os pés firmes no chão, atravessando pontes, enfrentando tsunamis, terremotos, tempestades, furacões...
Por Sônia Pillon
Resiliência. Ser resiliente é ter a rara habilidade de driblar o estresse do dia a dia marcando o gol da vitória da vida. É dar a volta por cima, se manter confiante. Resgatando forças do âmago do ser. Mantendo os pés firmes no chão, atravessando pontes, enfrentando tsunamis, terremotos, tempestades, furacões… Sempre em frente, em frente e em frente…
E quando a natureza nos surpreende com a resistência de uma árvore, que atravessou séculos e floresce todos os anos no país do sol nascente? Trata-se da cerejeira Takizakura, a grande atração turística de Miharu, na província de Fukushima.
A cerejeira de mil anos, ou “cerejeira cachoeira”, encanta pela beleza e delicadeza de suas flores rosa, que descem lindamente em forma de cascata. Porém, muito mais do que o espetáculo que proporciona, é fonte inspiradora aos visitantes. Remete à força de titãs, inatingível.
Em seus mil anos de existência, quantos revezes naturais, guerras… Nem o colapso nuclear de 2011, que assobrou o Japão e o mundo, foi capaz de abalar as estruturas da árvore dos mil anos.
Por tudo isso, a “invencivel” Takizakura é apontada como exemplo de resiliência. Que a cerejeira dos mil anos nos inspire a transpor a ponte da incerteza do amanhã com determinação e confiança! Resistir para vencer.
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Sônia Pillon
Sônia Pillon é jornalista e escritora, formada em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduada em Produção de Texto e Gramática pela Univille. Integra a AJEB Santa Catarina. Fundadora da ALBSC Jaraguá do Sul.