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Coluna: Cara nova para a praça

Com tudo pronto, serão R$ 9 milhões investidos em cerca de três mil metros quadrados.

17/10/2021

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Nascido em Blumenau, 70 anos, 55 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul)

Coluna:  Cara nova para a praça

Divulgação

A revitalização da Praça Ângelo Piazera deve sair do papel, no ano que vem, finalmente! Acompanhando a política de áreas de lazer públicas implementada no governo do prefeito Antidio Lunelli (MDB).

Com tudo pronto, serão R$ 9 milhões investidos em cerca de três mil metros quadrados. Incluindo local para foodtrucks, playground com piso emborrachado, sombreiros metálicos, equipamentos de calistenia (método de treino com exercícios que usam apenas o peso do corpo), bancos, mesas e até fontes de água interativas musicais e iluminada.

Uma obra abandonada

A maior mudança ocorrerá nos fundos da praça com acesso à Rua Reinoldo Rau, uma obra do ex-prefeito Durval Vasel (1993-1996), como mostra a foto de 1994, quando também se fez uma intervenção no calçadão da Marechal Deodoro.

Esta parte da Praça Piazera, bom lembrar, já teve palco coberto para encenação de peças teatrais, choperia, shows musicais e, até mesmo, banheiro público. Um equipamento que a cidade toda não tem desde que aquele (da praça) foi fechado. Todo o conjunto físico daquele espaço, aliás, está abandonado há anos.

Moisés e o MDB

Governador Carlos Moisés (sem partido) recebe em sua casa a bancada do MDB na Assembleia Legislativa na terça-feira (19). Ele e os deputados emedebistas vivem período de lua de mel.

Moisés, já conhecedor sobre traições e infiéis, quer manter por perto o grupo que o apoia em troca de recursos públicos. É o toma lá, dá cá, uma triste instituição nacional e da qual participam, também e com muita avidez, as bancadas do PP, PSD e PSDB.

Ou dá, ou desce

No Brasil, lamentavelmente, governos não se sustentam sem que o dinheiro público seja o epicentro de tudo. A corrupção é secular, mas o “molha mão” foi introduzido, oficialmente, em 2003, pelo ministro da Casa Civil, José Dirceu (PT).

Depois, vieram as propinas milionárias envolvendo empreiteiras de grande porte e o assalto à Petrobras.  Passados quase 20 anos do primeiro escândalo, famosos ladrões do dinheiro público andam por aí, livres, leves e soltos.

Petista apoiando Moisés

No segundo processo impeachment que enfrentou na Assembleia Legislativa, o governador Carlos Moisés (sem partido), eleito pelo PSL na onda Bolsonaro, com forte discurso antipetista do presidente até hoje, teve um apoio inédito.

O deputado estadual Fabiano Luz (PT) votou contra a cassação do governador. Há poucos dias foi a vez do prefeito do município de Caxambu do Sul (Oeste/3.551 habitantes), Glauber Burtet (PT) de derreter-se em elogios a Moisés.

“Vida longa no governo”

O governador liberou R$ 10,1 milhões para asfaltar 11,5 quilômetros entre Caxambu e a vizinha Guatambu. “Desejo vida longa a Carlos Moisés no governo do Estado.

Vai ser muito importante essa eleição, porque nós vamos ver se os políticos do nosso Estado vão escolher entre o projeto que está realizando por Santa Catarina, entre o governador que faz mais do que promete, ou os interesses dos partidos políticos. Eu torço para Carlos Moisés”, disse Burtet.

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