Como uma tecnologia de Jaraguá do Sul está ajudando a mudar a rotina das indústrias do agronegócio
| Anaterate/Pixabay

Como uma tecnologia de Jaraguá do Sul está ajudando a mudar a rotina das indústrias do agronegócio

Redação JDV

/ Por Redação JDV

Com previsão de mais de 367 milhões de toneladas de grãos na safra 2026/27, setor também utiliza ferramentas digitais para conectar representantes, pedidos e indústrias.

Resumo da matéria

Uma tecnologia desenvolvida em Jaraguá do Sul já atende o setor cerealista, conectando representantes, pedidos e informações comerciais. Conheça a atuação da R-Connect em um mercado que projeta crescimento na safra 2026/27.

Quando se fala em tecnologia no agronegócio, é comum pensar em tratores modernos, drones sobrevoando plantações e máquinas que ajudam a aumentar a produtividade. Mas a inovação também está presente em uma parte menos visível do setor: os bastidores; o caminho que os produtos percorrem até chegar aos compradores.

É nesse trabalho, que envolve representantes comerciais, pedidos e informações de vendas, que uma tecnologia desenvolvida em Jaraguá do Sul já encontra aplicação na indústria cerealista brasileira.

O software de força de vendas R-Connect, desenvolvido por empresa de tecnologia de Jaraguá do Sul, conecta representantes comerciais aos processos internos das indústrias. A solução também atende ao segmento cerealista, com uma configuração específica para esse tipo de operação.

A atuação acontece em um momento de expansão projetada para a produção brasileira de grãos, mas também de mudanças na maneira como as empresas organizam seus negócios.

Brasil pode produzir mais de 367 milhões de toneladas de grãos

O primeiro levantamento da safra 2026/27, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 15 de outubro, estima que o Brasil poderá colher 367,1 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 1,4% em relação ao ciclo anterior.

A área destinada ao plantio também deve aumentar 2,3%, alcançando aproximadamente 85,4 milhões de hectares.

Entre os principais produtos, a soja tem produção estimada em 181,6 milhões de toneladas. Já o milho pode chegar a 148 milhões de toneladas, considerando as três safras do cereal.

O cenário, porém, não é de crescimento para todas as culturas. A Conab prevê uma redução de 2,9% na produção de arroz, enquanto as condições climáticas continuam entre os fatores que podem influenciar os resultados.

Esses números ainda são projeções. A produção efetiva dependerá do desenvolvimento das lavouras ao longo do ciclo.

Colheitadeira vermelha realiza a colheita de soja em uma grande lavoura, deixando uma faixa de terreno já colhido.
Foto: Charles Ricardo/Pixabay

A tecnologia do agronegócio vai além do campo

Se a modernização das lavouras costuma chamar a atenção, há outra transformação acontecendo nos bastidores das empresas que participam da cadeia produtiva.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aponta que a digitalização do agronegócio envolve não apenas o plantio e a colheita, mas também atividades como armazenamento, processamento, distribuição e comercialização.

Na prática, isso significa que a tecnologia também pode ajudar a organizar informações que circulam entre diferentes setores de uma indústria.

Na área comercial, por exemplo, representantes precisam consultar produtos, registrar pedidos e acompanhar negociações. Ao mesmo tempo, as empresas precisam administrar preços, regras de venda, metas e resultados.

Quando essas informações ficam espalhadas por diferentes controles, o trabalho pode exigir registros repetidos e mais comunicação entre as equipes.

É justamente nesse tipo de operação que entram os sistemas de automação da força de vendas, que centralizam informações e facilitam o acompanhamento da atividade comercial.

Como funciona um sistema de vendas para cerealistas?

Na indústria cerealista, a organização comercial envolve mais do que registrar pedidos. É preciso administrar informações de clientes, acompanhar negociações e conectar as vendas aos processos internos da empresa.

De forma geral, para atender a essas necessidades, a R-Connect desenvolve um sistema de vendas para cerealistas que reúne ferramentas de gestão comercial e automação da força de vendas.

A plataforma permite registrar pedidos e orçamentos, montagem de lotes de carga, acompanhar metas e comissões, consultar relatórios e configurar regras comerciais de acordo com a operação de cada indústria.

Outro recurso é a integração com sistemas de gestão empresarial, conhecidos como ERP. Essa conexão permite relacionar as informações comerciais a outros processos internos, conforme as integrações disponíveis.

Para a indústria cerealista, a empress disponibiliza uma configuração específica do sistema, incluindo um recurso de montagem de lotes que auxilia na organização das rotas de entrega.

O sistema também pode ser acessado por navegador e aplicativo, permitindo que as informações comerciais sejam utilizadas durante a rotina de vendas.

Dessa forma, a tecnologia desenvolvida em Jaraguá do Sul atua na organização dos processos comerciais das indústrias, desde o registro dos pedidos até o encaminhamento das informações necessárias às etapas seguintes.

AnúncioSAMAE
AnúncioPrefeitura de Guaramirim
AnúncioPrefeitura de Jaraguá do Sul
AnúncioACIAS IN FEST
Clique para ler mais notícias como esta
Adicione o JDV como fonte preferida no Google Participe de nossa comunidade no WhatsApp

Últimas 10 notícias publicadas

Especial JDV

Carregando clima…

Especial JDV

Especial JDV