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Apae de Guaramirim chega aos 35 anos de histórias e conquistas

Apoio público e privado foram essenciais nos avanços obtidos pela entidade

08/07/2020

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Apae de Guaramirim chega aos 35 anos de histórias e conquistas

Corria o ano de 1985 e por meio de uma pesquisa da médica Denise Malmann Varnier, foi identificado um alto número de pessoas com deficiência no município.   Em reunião com Jair Tomelim e Imelde Maria Testoni, surgiu a necessidade de uma escola especial.

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Isto se tornou realidade quando no dia 8 de julho de 1985, na Câmara de Vereadores que funcionava no prédio da antiga Prefeitura, um grupo de pessoas se reuniu e elegeu a primeira diretoria provisória, escolhendo como presidente interino Jair Tomelin, sendo elaborado, também, o estatuto social da Apae.

No mesmo ano, em 12 de novembro, foi eleita e empossada a primeira diretoria, tendo como presidente Leonora Guesser Klein.

Em 1º de abril de 1986, a ideia tornou-se ação, quando a escola iniciou as atividades com 18 educandos.

A missão do Caesp Maria Anna Malutta é “Educar a pessoa com deficiência para viver em sociedade”.

E a missão da Apae de “Promover e articular ações de defesa de direitos, prevenção, orientações, prestação de serviço, apoio à família, direcionar melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência e a construção de uma sociedade justa e solidária”.

Apoio público e privado foram essenciais nos avanços obtidos

O presidente atual, em segundo mandato, é José Dequêch Neto e a diretora do Caesp, Noeli Lorenzi. A Apae de Guaramirim atende a 231 educandos, em seus diversos programas.

A gestão atual é marcada por muitos projetos apoiados pelo poder público e pelas empresas por meio de doações. 

Na gestão da atual diretoria houve a ampliação do prédio, compra da mobília e materiais necessários para as novas salas; troca de veículo para uso do administrativo e para visitas domiciliares; parceria com a Prefeitura para aquisição de novo veículo/ônibus e construção da garagem coberta para os veículos.

Foi executada, também, a revitalização da fachada de entrada; pintura do Centro de Equoterapia e preparação do terreno ao lado com montagem de estrutura para futuras instalações, além do aumento da carga horária dos profissionais e novos contratos, como também a ampliação de parcerias para arrecadação de fundos para manter a instituição.

Segundo a diretoria, “se hoje os resultados dessas ações se manifestam numa entidade organizada, eficiente e respeitada para atender as pessoas com deficiência intelectual/múltipla e TEA, deve-se ao esforço, dedicação e trabalho ao longo desses 35 anos, de suas diretorias, diretoras, famílias, técnicos, professores, funcionários, parceiros e voluntários”.

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