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Servidores invadem a Câmara de Vereadores de Joinville e polícia precisa intervir

Foi preciso a presença da Polícia Militar para conter servidores da Prefeitura de Joinville que invadiram a Câmara de Vereadores para protestar contra projeto de lei sobre a reforma previdenciária da categoria, assinado pelo prefeito Adriano Silva (NOVO).

05/03/2021

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Nascido em Blumenau, 70 anos, 55 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul)

Foi preciso a presença da Polícia Militar para conter servidores da Prefeitura de Joinville que invadiram a Câmara de Vereadores para protestar contra projeto de lei sobre a reforma previdenciária da categoria, assinado pelo prefeito Adriano Silva (NOVO). Entre outras mudanças, a alíquota de contribuição passa de 11 para 14%. A idade de aposentadoria será de 65 anos para homens e 62 para mulheres. Seguindo o mesmo regramento para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social e servidores da União. Enquanto isso, a Prefeitura segue com recursos federais bloqueados até obter o Certificado de Regularidade Previdenciário (suspenso em janeiro). Que virá quando a reforma for aprovada. Só com a Caixa foram suspensos convênios ativos em torno de R$ 12 milhões

Então, mexam-se!

Em Jaraguá do Sul, excetuando o setor de comunicação, secretários e o próprio prefeito, do “lado de fora” da Prefeitura não se vê qualquer movimento de conscientização da população quanto a indispensáveis hábitos de higiene e de convívio entre as pessoas para se evitar a propagação da Covid-19. Por isso mesmo, já está mais que na hora de se inverter o jogo. A começar pelos vereadores, que conhecem muito bem o caminho percorrido quando foram entregar “santinhos” e pedir votos. É lá que estão muitos eleitores que não seguem as regras. A própria Câmara, na condição de parlamento municipal, tem sido omissa neste sentido.

Ministro no Oeste

General Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, vai hoje (5) ao Oeste catarinense ver de perto a tragédia provocada pela Covid-19. “Estamos juntos nessa missão. Vamos para Chapecó, Xanxerê, encontrar soluções e vamos ganhar essa guerra”, disse o ministro em Brasília. De discursos já estamos fartos. Nossos políticos aqui “da casa” já o fazem com singular destreza.

 Uma fortuna!

 As aeronaves de empresas privadas que o Estado está usando no transporte de doentes graves com a Covid-19 para hospitais do Espirito Santo, custam R$ 30 mil/dia. Combustível, contrato de exclusividade, disponibilidade às 24 horas do dia, distância entre um estado e outro, diárias, hospedagem e por aí vai. Bem ao contrário de um bate-volta como se possa pensar.

Segurança pública

O Estado começa a distribuição de novos Policiais Militares. Alguns exemplos: 39 foram para Blumenau, 23 para Balneário Camboriú e outros 37 lotados em Florianópolis. Itajaí aparece com 67. Porém, do contingente efetivo de lá, 47 pediram transferência para outras cidades. Para Jaraguá do Sul ainda não se sabe quantos virão.

É só pra lá?

Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse na quarta-feira (3) aos deputados e senadores do Fórum Parlamentar Catarinense e ao governador Carlos Moisés (PSL), que Santa Catarina terá, em 2021, recursos federais da ordem de R$ 200 milhões para obras em rodovias federais. E mais R$ 250 milhões que Moisés deve tirar do orçamento do Estado para injetar exclusivamente na duplicação da BR-163, na região de São Miguel do Oeste. Pela ordem de prioridades estão as rodovias BR-470, 285 e 282, as duas últimas nas regiões de Araranguá e Florianópolis.

Vai esperando!

E a BR-280? Segue no fim da fila. Para que as obras andem na velocidade necessária e não se transformem no pesadelo que foi a duplicação da BR-101/Sul, com obras que se arrastaram por doze anos, é preciso agir, já! Enquanto resmungamos atrás da porta, o dinheiro vai sendo carreado para outros cantos do Estado. Em live com empresários de Jaraguá do Sul, em dezembro do ano passado, o ministro Freitas disse, com todas as letras: se a bancada catarinense não disponibilizar

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