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Coluna: Moisés, Melo e Amin lideram

Pesquisa da Rádio Som Maior e Portal 4oito encomendada ao Instituto de Pesquisa Catarinense, em dois cenários reflete a preferência do eleitor de Criciúma, no Sul catarinense

15/07/2022

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Nascido em Blumenau, 70 anos, 55 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul)

Coluna: Moisés, Melo e Amin lideram

Pesquisa da Rádio Som Maior e Portal 4oito encomendada ao Instituto de Pesquisa Catarinense, em dois cenários reflete a preferência do eleitor de Criciúma, no Sul catarinense. O que se reflete na região também. No primeiro cenário, Carlos Moisés (Republicanos) lidera com 40,3% das intenções de voto; 21,8% para Jorginho Mello (PL), 9,8% de Décio Lima (PT) e 9% de Gean Loureiro (União Brasil). Odair Tramontin (Novo) e Ralf Zimmer (Pros) aparecem com 1,8% e 0,8%, respectivamente.

Moisés mantém dianteira

Em outro cenário, com mais opções de nomes, Moisés também lidera, com 33,2% das intenções de voto. Depois aparecem Esperidião Amin (21,2%) e Jorginho Mello (13%). Os demais, entre eles Antidio Lunelli (MDB), Dario Berger (PSB) ficaram abaixo dos 10%. Entre os eleitores entrevistados, 5,8% não souberam responder e 3,5% disseram que votariam branco ou nulo. SC-06011/2022 e nº BR-01917/2022 é o protocolo de registro da pesquisa no TRE/SC.

Eleições

  • Até hoje, sempre que há eleições majoritárias, o PDT invoca a figura do engenheiro civil, Leonel de Moura Brizola, que morreu em 2004. E, pelo andar da carruagem, Luiz Henrique da Silveira (MDB) não descansará tão cedo. Por absoluta ausência de novas lideranças do partido.
  • Santa Catarina poderá abater de sua dívida com a União aqueles primeiros R$ 450 milhões em recursos do Estado alocados para obras em rodovias federais. Um pleito, à época, ignorado pelo então ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, candidato a governador de São Paulo pelo Republicanos, mesmo partido de Carlos Moisés. O Congresso já aprovou.
  • Depois das facadas desferidas contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG), a Polícia Federal dará proteção em tempo integral aos candidatos à presidência da República depois de homologados nas convenções partidárias.
  • E, mais ainda, todo o transporte terrestre dos candidatos e assessores mais próximos será feito com viaturas blindadas distribuídas para todas as superintendências regionais da PF. São cerca de 300 policiais que foram treinados durante o ano passado envolvidos na operação.
  • Promotor Odair Tramontin, candidato a governador pelo Novo, foi a Minas Gerais se aconselhar com o governador Romeu Zema (Novo) e seus secretários. Quer montar um plano de governo para SC. Na prática, nada muito além de fotos e a conhecida papagaiada eleitoral.
  • Em 2018, adversários do MDB, ou desafetos do parlamentar, juravam que o deputado federal Mauro Mariani (MDB) estava prestes a desistir da candidatura a governador. Agora, falam o mesmo do senador Jorginho Mello (PL). Alguém imagina Jorginho indo pra casa?
  • Deputado Sargento Lima (PL) pediu à Comissão de Ética da Assembleia Legislativa que instaure processo disciplinar contra os colegas Milton Hobus (PSD), Padre Pedro Baldissera (PT) e Fabiano da Luz (PT).
  • Alega que os três são os responsáveis pela não votação, desde 2018, de proposta (dele) para revogar o título de cidadão catarinense concedido pela AL em 2008, a pedido da ex-deputada Ana Paula Lima (PT), que é comadre do ex-presidente.

Ontem e hoje

O registro é do Tribunal Regional Eleitoral: em 2018, o então deputado federal Mauro Mariani, candidato a governador pelo MDB, foi o terceiro mais votado. Consequência de históricas encrencas internas na indicação do candidato majoritário. Udo Döhler MDB), então prefeito de Joinville, era um dos pretendentes. Foi, literalmente, ignorado e atropelado pelo grupo de Mariani. Agora, Udo vai à convenção do MDB pleitear a vaga de vice na chapa de Carlos Moisés (Republicanos).

O protesto venceu

Quatro anos depois o MDB, de novo, corre grande risco de repetir o mesmo vexame nas urnas, inclui um fato inédito em eleições majoritárias em SC registrado à época. Mauro Mariani e o vice, Napoleão Bernardes (PSDB), conquistaram 836,8 mil votos, perdendo feio para os votos em branco, nulos e abstenções que, somados, totalizaram 1,4 milhão de sufrágios.

 

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